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Categoria: História

“O Holodomor é Intencionalmente Esquecido”: Entrevista a Aluna que fez Trabalho sobre Genocídio Ucraniano

No 87º aniversário do Holodomor, neste quarto Sábado do mês de Novembro, comemora-se na Ucrânia e noutras nações o Dia da Memória do Holodomor. O genocídio ocorreu em 1932 e 1933, e foi provocado intencionalmente pela União Soviética. Historiadores apresentam números distintos, mas as vítimas terão sido entre os dois e os dez milhões.

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Raízes de Cortiça – Episódio 17 – Os Pitos de Santa Luzia

Trás-os-Montes, além dos finos recortes montanhosos enamorados do Douro, dos pratos de bom sabor a terra e do povo de contagiante devoção, orgulho e labor, é fértil nos campos da tradição. Onde há tradição, há raízes. Hoje partilhamos com os estimados leitores os Pitos de Santa Luzia. Calma! A nossa intenção permanece leal à voz do castiço e não à voz de rafeiras brejeirices, apesar do nome sugerir curiosos (ainda que indignos) pensamentos.

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A Culpa é Pessoal e Intransmissível

Se os portugueses de seiscentos e setecentos que traficaram ou possuíram escravos foi uma ínfima minoria, não será o pedir desculpa pelo ‘esclavagismo português’ um insulto à memória da grande maioria que nunca teve nada a haver com o assunto?

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Ensaio em Defesa de Vieira

Talvez os membros da organização «Descolonizando» já saibam estas coisas. Porque se há algo de certo neste caso é que a finalidade da polémica contra o Padre António Vieira não tem tanto a ver com o Padre António Vieira, nem esta guerrilha contra o passado tem tanto a ver com o passado, como têm a ver com os vivos e com o presente. Tem a ver com um golpe publicitário, com uma iniciativa de mobilização, como uma tentativa de radicalização, com uma campanha, mais uma, de descrédito da pátria e da Igreja Católica, mas muito pouco a ver com o estudo diligente e a interpretação racional da História.

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Para lá do 25

Nação dócil e crédula que somos, dada à novela, à simplificação e à infantilização, persistimos quase cinquenta anos depois dos acontecimentos de 1974 na repetição acrítica de mitos, presos a uma obsessão auto-vitimizadora e aterrorizados – aterrorizados num temor que é incompatível com a nossa natureza de povo livre – perante qualquer proposta racional de análise e re-interpretação do 25 de Abril e das suas consequências de longo prazo. Estes apontamentos pretendem ser exactamente o exercício de crítica serena de que o país continua a precisar, tremenda e urgentemente, sob pena de jamais vir a exorcizar os fantasmas que o prendem a um passado mitificado e lhe vedam a estrada do futuro.

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